{"id":2318,"date":"2020-11-18T23:36:55","date_gmt":"2020-11-18T22:36:55","guid":{"rendered":"http:\/\/srlsampaense.com\/?page_id=2318"},"modified":"2020-12-08T00:37:34","modified_gmt":"2020-12-07T23:37:34","slug":"alvoco-das-varzeas-toponimo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/srlsampaense.com\/index.php\/alvoco-das-varzeas-toponimo\/","title":{"rendered":"Alvoco das V\u00e1rzeas &#8211; Top\u00f3nimo"},"content":{"rendered":"<div class=\"kvgmc6g5 cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q\">\n<div dir=\"auto\">Publicado por&nbsp;<strong>Lucinda Maria Brito<\/strong> em 11\/11\/2020, \u00e0s 17:08 horas in: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lucindamaria.brito\/posts\/3233694096753558\">https:\/\/www.facebook.com\/lucindamaria.brito\/posts\/3233694096753558<\/a><\/div>\n<div dir=\"auto\">\n<hr>\n<p>ALVOCO DAS V\u00c1RZEAS &#8211; TOP\u00d3NIMO<\/p>\n<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Alv\u00f4co das V\u00e1rzeas \u00e9 uma freguesia portuguesa do concelho de Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), situada na margem norte do rio Alv\u00f4co.<\/div>\n<div dir=\"auto\">A freguesia de Alvoco das V\u00e1rzeas foi inicialmente um curato dependente de Penalva de Alva, a cujo concelho pertenceu, at\u00e9 \u00e0 sua extin\u00e7\u00e3o em 1853. Posteriormente, foi anexada pelo concelho de Sandomil e com a extin\u00e7\u00e3o deste \u00faltimo, transitou para o concelho de Oliveira do Hospital, a 24 de Outubro de 1855.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Pertence \u00e0 rede de Aldeias de Montanha.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Cr\u00ea-se que Alv\u00f4co das V\u00e1rzeas \u00e9 uma povoa\u00e7\u00e3o muito antiga. O aparecimento de m\u00f3s e moendas e o legado de antrop\u00f3nimos que ainda hoje existem em Alv\u00f4co provam que esta povoa\u00e7\u00e3o foi ocupada pelos romanos devido, talvez, \u00e0 proximidade das explora\u00e7\u00f5es minerais existentes nas v\u00e1rzeas do rio Alv\u00f4co.<\/div>\n<div dir=\"auto\">A freguesia \u00e9 composta por 14 localidades: Alvoco das V\u00e1rzeas, Bra\u00e7al, Cand\u00e3o de Baixo, Cand\u00e3o de Cima, Malhadinha, Parente, Parente de Baixo, Parente de Cima, Quinta da Ferraria, Quinta da Vesteva, Quinta das Covas, Ribeirinha, Tapada e Tapado.<\/div>\n<div dir=\"auto\">E o top\u00f3nimo? Depois do que j\u00e1 foi dito, \u00e9 f\u00e1cil chegar \u00e0 conclus\u00e3o da origem do nome desta linda terra. Toda ela depende do rio que a atravessa: Alv\u00f4co. Este, por sua vez, \u00e9 afluente do Alva, que encontra mesmo por baixo da Ponte das Tr\u00eas Entradas. Parece que, tendo cabeceiras l\u00e1 para a Estrela, a sudeste de Alv\u00f4co da Serra, numa ramifica\u00e7\u00e3o que tanto \u00e9 dita Aboa\u00e7a como Alvoa\u00e7a, no fundo \u00e9 um diminutivo de Alva, um pequeno Alva, um Alvazinho. E porqu\u00ea das V\u00e1rzeas? Basta olhar as paisagens para perceber. V\u00e1rzeas s\u00e3o terrenos planos, campinas f\u00e9rteis geralmente nas margens de um rio. Da\u00ed o top\u00f3nimo Alv\u00f4co das V\u00e1rzeas.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Imposs\u00edvel falar desta maravilhosa aldeia, sem referir a sua Ponte Medieval. Pensa-se que ter\u00e1 sido constru\u00edda no s\u00e9c. XIV. \u00c9 uma constru\u00e7\u00e3o em alvenaria, com dois arcos, mas diferentes. Um \u00e9 g\u00f3tico, de curva quebrada e de grande abertura. O outro mais pequeno, \u00e9 semicircular e irregular. Tem cerca de setenta metros de comprimento e um dos lados mais extenso e mais inclinado.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Junto da Ponte existe uma Praia Fluvial e Parque Merendeiro, na zona ribeirinha do Rio Alv\u00f4co (talvez o curso de \u00e1gua menos polu\u00eddo da Europa), arborizada e devidamente infra-estruturada e com equipamentos de lazer associados.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Curiosas s\u00e3o as Alminhas do Terreirinho que segundo a supersti\u00e7\u00e3o popular \u00e9 um local onde se re\u00fanem as bruxas para \u00abcongressos\u00bb e \u00abac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o\u00bb, situado \u00e0 sa\u00edda povoa\u00e7\u00e3o, na estrada de \u00c2lvoco das V\u00e1rzeas para a Carvalha.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Ao longo das margens do Rio Alv\u00f4co existem diversos moinhos que acrescentam algo de muito peculiar e interessante a este esp\u00f3lio. S\u00e3o eles o moinho do Parente, o moinho das Nogueiras, o moinho da Ribeirinha, o moinho da Volta, o moinho da Moenda (este em funcionamento desde o s\u00e9culo XVIII e integrado na unidade de alojamento tur\u00edstico designada por Quinta da Moenda), o moinho da Regada, o moinho do Ch\u00e3o do Paulo.<\/div>\n<div dir=\"auto\">Interessante \u00e9 ainda a Levada, sendo esta um sistema de irriga\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, talvez o maior da regi\u00e3o (7Km) e que provavelmente remonta \u00e0 \u00e9poca romano\/\u00e1rabe. Tem origem no a\u00e7ude de Candam, no Parente e termina no lagar antigo de Alv\u00f4co das V\u00e1rzeas, no Ch\u00e3o Novo.<\/div>\n<div dir=\"auto\">E muito, muito mais se poder\u00e1 admirar:<\/div>\n<div dir=\"auto\">Igreja de Santo Andr\u00e9 (matriz, obra de arquitetura em continua\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o regional setecentista, do s\u00e9culo XIX.)<\/div>\n<div dir=\"auto\">Capela de S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/div>\n<div dir=\"auto\">Cruzeiros do Adro da Ponte<\/div>\n<div dir=\"auto\">Casas da Pomba e de Baixo<\/div>\n<div dir=\"auto\">Buracas dos Mouros<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"o9v6fnle cxmmr5t8 oygrvhab hcukyx3x c1et5uql ii04i59q\">\n<div dir=\"auto\">Lucinda Maria<\/div>\n<div dir=\"auto\">( Consulta do livro do Dr. Francisco Correia das Neves e algumas informa\u00e7\u00f5es da Internet; fotos de Google)<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado por&nbsp;Lucinda Maria Brito em 11\/11\/2020, \u00e0s 17:08 horas in: https:\/\/www.facebook.com\/lucindamaria.brito\/posts\/3233694096753558 ALVOCO DAS V\u00c1RZEAS &#8211; TOP\u00d3NIMO Alv\u00f4co das V\u00e1rzeas \u00e9 uma freguesia portuguesa do concelho de Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), situada na margem norte do rio Alv\u00f4co. 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